Assistir o Jornal Nacional tem sido dose. Primeiro, o terremoto no Haiti. Depois, os alagamentos em Machu Picchu. Agora, os escândalos em Brasília que culminaram com a prisão de José Roberto Arruda. Não é novidade que Brasília seja um lodaçal de falcatruas, mas massacrar e triturar esse fato repetidas vezes durante dias é de amargar. No fundo, é tática de ano eleitoral. E não gosto de eleição, aqueles carros de som passando por todos os lugares. 15123, 20126,45123 e todos aqueles jingles de campanha que dá vontade de pegar uma arma e estourar os tímpanos! Fora a poluição visual disseminada por toda a cidade. Daqui a pouco, vai ter folheto de candidato no Pão de Açúcar, no Cristo, na Central. Eu não gosto de política, então ver as eleições e esses escândalos na Capital Federal são como um xarope amargo pra mim. Por mais que eu diga: ‘vou parar de ver o JN”, não consigo. O duro é aturar “As Aventuras Do Reino da Politicalha” sem prazo de validade. A política é um câncer sem cura e o Brasil é paciente terminal.
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