Canto em qualquer canto
Vôo de um lado a outro da rua
Numa sambada desajeitada
Num batuque desafinado
Não sou sambista, sinhô
Não sei tocar cavaquinho
Não tenho samba no pé
Mas ele estala meus ouvidos
E as cordas do core, esse tum-tum
Teco-teleco-teleco-teco
Sim, meu maior sonho
É puxar samba desfiando nas cordas
Do meu cavaco de mogno ou carvalho
Perfumado de samba até o afinador
Que me venham Candeia, Clara, Elza
Ataulfo, Noel, Wilson, João
Fazer minha cabeça e reviver esse timão.
(Ainda pegando carona nesse clima de carnaval, fica mais uma pra vocês.)


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